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Gato com dois focinhos faz 12 anos em Sex Nov 25, 2011 10:54 pm
Para além de dois focinhos, dois narizes e três olhos - embora o do meio não funcione -, este gato, que tem também dois nomes, Louie e Frank, sobreviveu muito mais do que seria de esperar para a sua condição.
Foi adoptado por uma enfermeira veterinária, de nome Marty, no ano de 1999, quando o animal apareceu na clínica onde trabalhava para ser abatido. Marty adoptou o gato, nunca pensando que um animal com diprosopia - esta anomalia genética, que ocorre durante a fase embrionária -, durasse tanto tempo, já que o habitual é que estes animais durem poucos dias. Mas Louie e Frank foi fazendo uma vida quase normal e atingiu agora a bonita idade de 12 anos.
Neste caso particular, só uma das bocas (no caso a da direita, o lado Frank) é usada para a alimentação, já que está ligada ao esófago, e também tem apenas um cérebro. Contudo, nenhuma destas complicações parece ter afectado o gato, que continua a viver feliz da vida na casa da sua dona em Worcester, no estado americano do Massachusetts.
Visto de qualquer um dos lados, o animal parece ser perfeitamente normal, mas quando está de frente a anomalia é muito evidente, o que causa alguma repulsa inicial nas pessoas. No entanto, o animal, que segundo a dona tem uma atitude muito similar à dos cães, acaba por cativar tudo e todos pela sua meiguice, já que sempre que alguém se aproxima começa logo a fazer festas, quebrando qualquer constrangimento inicial por parte dos desconhecidos.
Quando Marty adoptou o gato, este tinha apenas um dia, o que criou dificuldades acrescidas para ser tratado, já que a dona tinha que andar com ele para todo o lado para o alimentar a cada duas horas, até este se tornar minimamente independente, por volta dos três meses. Até lá, o seu berço e transporte foi uma caixa de sapatos que a dona levava sempre consigo.
Mas o que continua a surpreender todos na rua é a forma social como o gato se relaciona com ou outros animais, gatos ou cães, já que todos os dias vai a um parque junto do local onde residem dar um passeio de trela, e tem feito muitos amigos, felinos e caninos, nessa jornada diária.
Este é mais um sinal de que a diferença nem sempre é um «handicap», tem tudo a ver com a forma como se olha para essa diferença e, quando é pela positiva, sem qualquer preconceito, nada é inultrapassável.
Assista a este video disponibilizado no You Tube sobre o gato Louie e Frank e o papagaio cantor de ópera
In bicharada.net
Foi adoptado por uma enfermeira veterinária, de nome Marty, no ano de 1999, quando o animal apareceu na clínica onde trabalhava para ser abatido. Marty adoptou o gato, nunca pensando que um animal com diprosopia - esta anomalia genética, que ocorre durante a fase embrionária -, durasse tanto tempo, já que o habitual é que estes animais durem poucos dias. Mas Louie e Frank foi fazendo uma vida quase normal e atingiu agora a bonita idade de 12 anos.
Neste caso particular, só uma das bocas (no caso a da direita, o lado Frank) é usada para a alimentação, já que está ligada ao esófago, e também tem apenas um cérebro. Contudo, nenhuma destas complicações parece ter afectado o gato, que continua a viver feliz da vida na casa da sua dona em Worcester, no estado americano do Massachusetts.
Visto de qualquer um dos lados, o animal parece ser perfeitamente normal, mas quando está de frente a anomalia é muito evidente, o que causa alguma repulsa inicial nas pessoas. No entanto, o animal, que segundo a dona tem uma atitude muito similar à dos cães, acaba por cativar tudo e todos pela sua meiguice, já que sempre que alguém se aproxima começa logo a fazer festas, quebrando qualquer constrangimento inicial por parte dos desconhecidos.
Quando Marty adoptou o gato, este tinha apenas um dia, o que criou dificuldades acrescidas para ser tratado, já que a dona tinha que andar com ele para todo o lado para o alimentar a cada duas horas, até este se tornar minimamente independente, por volta dos três meses. Até lá, o seu berço e transporte foi uma caixa de sapatos que a dona levava sempre consigo.
Mas o que continua a surpreender todos na rua é a forma social como o gato se relaciona com ou outros animais, gatos ou cães, já que todos os dias vai a um parque junto do local onde residem dar um passeio de trela, e tem feito muitos amigos, felinos e caninos, nessa jornada diária.
Este é mais um sinal de que a diferença nem sempre é um «handicap», tem tudo a ver com a forma como se olha para essa diferença e, quando é pela positiva, sem qualquer preconceito, nada é inultrapassável.
Assista a este video disponibilizado no You Tube sobre o gato Louie e Frank e o papagaio cantor de ópera
In bicharada.net
